Comparados com os nossos pares da América do Norte e da Europa, nossos escritórios de advocacia, arquitetura, contabilidade, empresas de engenharia, software e outros serviços empresariais, ficam à uma distância não só geográfica e espacial, mas histórica e temporal. Pois há que desenvolver este segmento e parece que estamos há alguns anos deles...
A seguir uma análise simples e objetiva. Os serviços profissionais no Brasil:
- não são
reconhecidos como uma categoria (um
segmento que representaria a elite do setor de serviços);
- não têm a
mesma maturidade que seus pares na
América do Norte e Europa (ou seja, o conteúdo não está desenvolvido – não se
encontra livros, publicações, terminologia, conceitos compartilhados, técnicas, etc.).
- não têm o
mesmo grau de profissionalização
(muitos são amadores, pouco organizados como negócio e muitas vezes com receio de crescer).
- não há lideranças suficientes. Portanto, é preciso formar, desenvolver, aglutinar, gerar um
movimento para profissionalizar, ganhar maturidade e criar a categoria.
Veja que estes elementos se relacionam, um decorre do outro. Da mesma forma, podemos solucioná-los todos à medida em que impulsionarmos este movimento defendido pelo blog
(www.escritorioprofissional.com.br) e protagonizado por profissionais de diferentes áreas...
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